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  • Writer's pictureCristiana Tupinambá

A importância da dor



Quando nos percebemos com um sintoma, a primeira reação é buscar uma forma de elimina-lo.

A medicina, reforça esta conduta ao dar ênfase na doença e focar no combate ao sintoma.

Não nos damos conta que aquela disfunção está ocorrendo para nos dizer algo.

Na maioria das vezes, a mensagem é ignorada, os sintomas suprimidos e suas causas e finalidades raramente se tornam conscientes.

Transtornos de ansiedade, depressão, síndrome do pânico, insônia, sentimentos de culpa, são consequências, são como luzes acendendo para nos dizer algo.

O que acendeu aquela luz?

Por que esse transtorno apareceu neste momento em sua vida?

Quais seriam as causas disso estar acontecendo com você?

Pra que você está passando por isso?

O que isso está tentando te dizer?

Estas são algumas perguntas que nos levam a refletir para buscar um sentido.

Muitas vezes, os sintomas aparecem justamente nos momentos mais difíceis, onde algo tem que morrer para dar lugar ao novo.

Assim, o sintoma vem e nos força a fazer uma parada: olhar para nossa vida e avaliar o que estamos fazendo com nossa existência, seja a nível social, familiar, profissional, etc.

Em verdade, eles surgem para nos curar, e não tratamos dessa dor como a linguagem simbólica mais expressiva do inconsciente, não escutamos o que ela vem nos dizer.

Quando conseguimos ampliar a visão, conseguimos transformar a angústia numa força propulsora para dar uma virada.

E, se não ampliamos, muitas vezes ele não nos deixa saída... ele se impõe.

Portanto, “não somos nós que curamos os sintomas, mas eles que surgem para nos curar.” (C.G. Jung)


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